Um homem (morador de rua dos Estados Unidos), aproveita uma entrevista que uma rede de TV americana sobre os moradores de rua, e faz um desabafo surpreendente, e que deixa uma lição para cada um de nós sobre o “dever” que temos em ganhar almas e ajudar aos sofridos.

A fala deste morador de rua me fez lembrar de uma pesquisa que foi feita por um psicólogo social da USP a respeito da invisibilidade dos garis. Depois de um trabalho em que se vestiu como um gari e andou pela Universidade de São Paulo, ele fez uma extensa pesquisa, na qual circulou por lá por dez anos como se fosse um deles e vivenciou na própria pele o sentimento de não ser visto, inclusive, por pessoas que o conheciam.

No vídeo abaixo, podemos ver, então, um emocionante depoimento de como é ter que morar nas ruas, por falta de oportunidades…

Categoria:

Auto-Ajuda

4 Comentários

  • Eu creio que Deus está com ele e ele vai conseguir o seu emprego porque ele é firme e tem fé. Creio ainda que ele está sendo um instrumento de Deus para mostrar a mim , a você a nós que podemos fazer mais pelas pessoas. Quando ele tiver consciência de que Deus o usou para nos alertar e, agradecer a Deus por isso ele será um homem de sucesso..

    • Videos.Blog 2 anos ago

      Olá Gabriel!

      Obrigado por comentar!
      Também concordo contigo!

      Atenciosamente,
      Felipe de Souza

  • Ketlyn 1 ano ago

    Durante a graduação, meu nosso professor de Psicologia Social trouxe a pesquisa realizada com os garis pelo professor da USP como você mencionou. Então ele pediu para que nós também fizéssemos o experimento baseado na pesquisa. Escolhi ser empacotadora de compras de um grande supermercado. Comecei a tarde e “trabalhei” até o início da noite. Algumas pessoas agradeciam, outras nem olhavam…. alguns agiam como se eu fosse apenas alguém ali “servindo” mesmo. Gostei muito da experiência e pude perceber que às vezes podemos achar que um trabalho “mais simples” ou não bem remunerado, é fácil. Mas não é, é cansativo e digno de respeito tanto como o trabalho do dono daquele mercado. Me chama muito a atenção a questão da aparência, como tem uma grande influência… já passei por várias situações, provocadas ou não, sendo muito bem e muito mal tratada apenas pela roupa que vestia. Acho uma questão bastante pertinente para nós psicólogos.