O que as aparências mostravam era que tudo estava dando certo para o John. Ele tinha acabado de assinar o contrato para vender seu apartamento em Nova York com um lucro de seis dígitos, e ele só tinha sido proprietário por cinco anos. A faculdade onde ele havia feito seu mestrado tinha acabado de oferecer-lhe uma vaga de professor, o que significava não somente um salário mas também benefícios pela primeira vez em anos. Mas, mesmo com tudo parecendo super bem para o John, ele estava lutando, lutando contra o vício e a depressão profunda.

Na noite do dia 11 de junho de 2003, ele subiu na beirada da grade da Ponte Manhattan e pulou nas águas traiçoeiras abaixo. Incrivelmente – não, miraculosamente – ele viveu. A queda destruiu seu braço direito, quebrou todas as costelas, perfurou seu pulmão, e sua consciência ia e vinha ao flutuar pelo Rio East, embaixo da Ponte do Brooklyn e a caminho da balsa Staten Island, onde os passageiros na balsa ouviram seus gritos de dor, contataram o capitão do barco que contatou a Guarda Costeira que o tirou do Rio East e o levou para o Hospital Bellevue.

E é aí que nossa história começa.

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Auto-Ajuda