Durante a 9ª Conferência Internacional de Disfluência em Oxford, o médico e neurofisiologista alemão Martin Sommer* explicou o resultado de sua última pesquisa sobre gagueira.

Usando estimulação magnética transcraniana, o estudo mostrou que o cérebro de pessoas com gagueira lida com tarefas motoras que dependem de input auditivo de uma forma diferente da que é verificada em pessoas fluentes, até mesmo quando a tarefa não se relaciona à fala.

Essa diferença se deve a uma mudança no local em que ocorre a integração das funções auditiva e motora no cérebro de pessoas com gagueira.

A descoberta foi publicada na edição de setembro de 2011 da revista científica Cortex.

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Educação